Sexta-feira, 11.06.10

Em Passione, Fátima (Bianca Bin) sofrerá muito ao descobrir que está grávida de Danilo (Cauã Reymond). Irresponsável, a menina de apenas 17 anos se entregou ao rapaz enquanto ele estava bêbado, e agora ficará sozinha para lidar com a situação. Mas não é de hoje que personagens de novelas engravidam muito cedo, o assunto é recorrente em muitas tramas, querem ver?

  • O drama da gravidez na adolescência foi retratado muitas vezes em Malhação. Personagens como Marina (Natália Lage), Bia (Fernanda Nobre) e Angelina (Sophie Charlotte) passaram pelo dilema de serem mães quando ainda estavam no colégio.

  • Na novela Estrela Guia, Gisela (Taís Fersoza) se deixou envolver pelo malandro Carlos Charles (Rodrigo Santoro). A menina acabou engravidando, mas conseguiu superar o problema com a ajuda da mãe, Vanessa (Carolina Ferraz).

 

  • Na história de Coração de Estudante, uma das meninas da república Três Corações passava maus bocados para criar o filho pequeno. Rosana (Alinne Moraes) engravidou muito jovem e foi abandonada pelo pai do pequeno Vitinho.

  • Em A Favorita, Mariana (Clarice Falcão) sofria nas mãos do pai repressor. Mesmo com tanta rigidez de Leonardo (Jackson Antunes), a garota apareceu grávida, mas nunca revelou a paternidade da criança. Ficou o mistério no ar, chegando a ser cogitado que Mariana engravidara do próprio pai, que a teria violentado, mas isso jamais ficou claro na trama. Apaixonado pela garota, Shiva (Miguel Rômulo) assumiu ela e o bebê.

  • Na novela Três Irmãs, Natália (Cecília Dassi) engravidou do namorado Pedro Henrique (Ivan Mendes). O garoto, após fugir da responsabilidade por um tempo, acabou assumindo o bebê e os dois acabaram se casando.

  • Em Cama de Gato, a história de amor entre Débora (Guta Gonçalves) e Pedro (Ronny Kriwatt) não teve um final feliz. A gravidez da menina era de risco e ela acabou morrendo no parto, deixando o rapaz sozinho para cuidar da filha recém-nascida.

Fonte: Noveleiros



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Terça-feira, 07.04.09

João Emanuel Carneiro, autor de A Favorita, novela que antecedeu Caminho das Índias, na Globo, está com o passe supervalorizado na emissora carioca. Tanto que, pela primeira vez, poderá escolher sua própria equipe de colaboradores em seu próximo projeto. E ele, melhor do que ninguém, sabe que sua nova trama global terá de superar ou pelo menos se igualar ao seu último sucesso.
O autor desmente a notícia de que escreverá a novela das sete que substituirá Caras & Bocas, de Walcyr Carrasco, em outubro deste ano, dando a pista de que a emissora carioca reservou seu nome somente para o horário nobre.
"Fiquei muito cansado com essa novela. Mas, minha próxima novela será uma das oito. Mas isso só vai acontecer em 2012. Esta que está no ar (Caminho das Índias ) vai até setembro. Depois, vem a de Manoel Carlos ( Viver a Vida) e, acho, uma de Gilberto Braga, outra de Aguinaldo Silva e, finalmente, vem a minha", explicou João Emanuel.
"Quero reunir um bom time de colaboradores e a ideia é voltar a surpreender, é disso que eu gosto", contou ele, referindo-se ao fato de ter inovado na novela, lançando Flora (Patrícia Pillar), que conseguiu enganar não só os outros personagens da trama como o público, se passando por boazinha, quando, na verdade, era a grande vilã.
João Emanuel Carneiro também adiantou que, se depender dele, voltará a trabalhar com os atores que protagonizaram sua última novela.
"Cláudia Raia, Patrícia Pillar, Murilo Benício e Cauã Reymond são alguns parceiros que, se eu puder, terei comigo na próxima novela", disse ele.
Mas, enquanto a nova trama não vem, João Emanuel confessa que, atualmente, seu mais desejado projeto é a viagem que fará, em setembro deste ano, à Europa.
Enquanto a novela das oito não vem, João Emanuel está cotado para supervisionar uma novela às 18h.

Já agora deixo aqui a informação de que está a decorrer a votação (na qual os citados acima estão nomeados) para eleger os melhores de 2008 para o 11º Prémio Contigo!, algumas categorias são Melhor Actriz, Melhor Actor, Melhor Actor Coadjuvante, Actriz Revelação, Melhor Actriz Coadjuvante, Actor Revelação, Actor Infantil, Actriz Infantil, Melhor Autor, Melhor Director e Melhor Novela. Votem neste link: http://contigo.abril.com.br/premio/tv/enquete/152508_11premiocontigo_pergunta.shtml

A entrega do prémio decorrerá no dia 18 de Maio, mas antes serão escolhidos os 6 mais votados pelo público de cada categoria.



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Sexta-feira, 16.01.09

Os rumores não são de hoje. Desde dezembro passado, boatos dão conta de que Cláudia Raia estaria à espera do terceiro filho. A atriz, casada com Edson Celulari, com quem tem os filhos Enzo e Sophia, está um pouco acima de seu peso, o que se pôde verificar na noite de quinta-feira (15), nas cenas do casamento de sua personagem Donatela, em A Favorita. 

E a suposta gravidez ficou ainda mais evidente, quando Cláudia apareceu com uma combinação de cetim que a personagem usava embaixo do vestido de noiva. Contracenando com Carmo Dalla Vechia (Zé Bob), que a carregou nos braços na lua-de-mel,  ficou bem nítida a barriga acentuda da atriz.

Procurada pela reportagem de OFuxico, Cláudia Raia não retornou as ligações e sua assessoria nega que a actriz possa estar grávida.

“São boatos, inventaram isso! Que eu saiba, ela não está grávida”, disse a assessoria.
O boato circula até no mundo do samba. Cláudia, componente ardorosa da Beija-Flor, cancelou sua participação no próximo Carnaval carioca, alegando motivos pessoais. Ela estaria cansada e teria preferido viajar com  a família, para a China. Mas, há quem garanta que a atriz preferiu não arriscar a gravidez recente, sambando na avenida.

Cláudia já havia negado a OFuxico, no fim do mês passado, sobre a possível gravidez. Mas, as evidências são cada vez mais fortes.

A actriz permanece no Rio, onde grava, nesta sexta-feira (16), o desfecho de sua personagem Donatela, na trama de João Emanuel Carneiro. À noite, o elenco assiste junto ao último capítulo.


Bem me parecia! Outro dia estava a ver A Favorita (no dia do reencontro da Donatela com Lara) e ultimamente a Donatela usa blusas muito justinhas e então notei que ela tinha ali uma barriguinha que não é normal visto que a Claudia é "viciada" em exercício físico e ainda por cima é bailarina. Não achei aquilo normal e logo desconfiei porque ela já diz à muito tempo que queria ter mais um filho, logo imaginei que ela ia terminar a novela grávida.

Mas não há confirmação, podem ser só uns quilinhos a mais (o que nela não é usual), só nos resta esperar para ver! Vejam o vídeo da cena em que eu notei a barriguinha maior, a partir do minuto 6 nota-se perfeitamente e na foto acima ainda se nota melhor porque foi do capítulo exibido ontem no Brasil.Enzo, Claudia Raia, Edson Celulari e Sophia - Foto: Marcio Nunes / Photo Rio News - 13

 



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Terça-feira, 30.12.08

Divulgação / Nunca houve um personagem como Flora na história das novelas brasileirasDepois de terminar seu trabalho em A Favorita, a actriz Patrícia Pillar deverá ficar um ano afastada dos estúdios da Globo. Segundo a coluna Canal 1, a sentença da sua personagem só vai acontecer no último capítulo da novela, que vai ao ar no dia 16 de Janeiro.

Flora casa com Dodi e cerimônia é um vexameFlora triunfante assume a diretoria do Grupo FontiniFlora se casa com Dodi e despeja Irene e Lara - Imagem: Thiago Prado Neris



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Sexta-feira, 26.12.08

A um mês de completar 45 anos, a actriz continua dona de uma beleza exuberante. Para ela, a proximidade dos 50 não é um problema. “Olha, estou muito mais feliz hoje. Mais em paz, mais segura. Me sinto melhor, realmente”, afirma. Patrícia Pillar faz parte de um time de mulheres raras. Em 2001, comoveu o País ao revelar publicamente que enfrentava um câncer de mama. O drama vivido com tanta coragem e garra, no entanto, faz parte do passado. “Já não tenho mais nada a dizer. Posso dizer que estou maravilhosa”, resume.
Hoje o único desejo da actriz é continuar a sonhar. Um sonho que começou em 1981, em um grupo de teatro amador, e que depois seguiu pelo cinema e tevê, onde estreou em 84, no programa FMTV, com a apresentação de videoclipes. A primeira novela, Roque Santeiro, veio um ano depois. Em 2007, a actriz decidiu experimentar uma nova faceta de seu talento. Escolheu a vida do ídolo Waldick Soriano – morto em setembro passado -- como tema de seu primeiro documentário. Entusiasmada, ainda dirigiu um show e um DVD do cantor. “O filme já ganhou alguns prémios em Portugal, e agora no Festival de Natal, mas eu não consegui ir. Mas isso faz parte. Foi um ano de dedicação ao trabalho”, diz.
A Favorita está na recta final, mas Patrícia ainda não sabe o que fazer após o último capítulo. Projectos só para março, quando pretende lançar o documentário sobre Waldick. “Era para ter feito esse ano, mas não deu por causa da novela. Quando terminar, quero ler, ver filmes, ficar com a família, encontrar com os amigos, enfim, respirar”, diz, ainda exausta pela entrega total à personagem após oito meses de muito trabalho. Sobre o destino que escolheria para Flora, ela faz mistério. “Não consigo imaginar. Também quero saber”, diz, soltando uma sonora gargalhada.

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6 fotos postadas em 14 de Janeiro de 2009.

 

Aquele seria mais um dos inúmeros vôos que Patrícia Pillar faria a São Paulo para gravar cenas externas de sua personagem em A Favorita. Da cabine de comando do avião, o piloto dava as informações de praxe como altitude, temperatura, tempo de vôo e condições climáticas da capital paulista. Tudo normal até que uma ressalva feita pelo comandante chamou a atenção dos passageiros. “Mas tudo pode mudar. A Flora está no nosso vôo.” A gargalhada foi geral. E os aplausos para Patrícia Pillar também. A actriz sorriu e agradeceu timidamente. “Nossa, eu morri de vergonha! Foi muito engraçado. Todo mundo se divertiu, mas eu queria sumir”, relembra Patrícia. O episódio ilustra apenas uma das muitas histórias vividas pela actriz desde que começou a encarnar a maquiavélica vilã da história de João Emanuel Carneiro. O desempenho magistral de Patrícia deu à personagem um lugar de destaque na galeria das grandes vilãs da teledramaturgia brasileira.
Conhecida por desempenhar mulheres altruístas, batalhadoras ou recatadas, Patrícia Pillar surpreendeu na pele da malvada. As mocinhas de boa índole vividas até então pela actriz, deram lugar a uma excepção na carreira de Patrícia. “Foi um presente. É bom quando os autores e directores olham para você de uma maneira inesperada, não óbvia. Sou muito grata.” As atrocidades cometidas pela vilã diante dos olhares incrédulos de milhões de telespectadores fazem da personagem uma das mais comentadas dos últimos tempos e, sem dúvida, o grande destaque de 2008. O desempenho de Patrícia tem sido irretocável. Viver um tipo como Flora foi uma busca constante ao longo da carreira da actriz. “Adorei. É um personagem que me apresenta um caminho novo, um desafio diferente, que me fez renovar, um estímulo de ir por um lado que eu nunca fui.”
Às vésperas de comemorar 25 anos de carreira, Patrícia diz ter recebido uma jóia das mãos de João Emanuel Carneiro. O autor apostou na capacidade da atriz de “enganar” o público e mostrar uma Flora de rostinho angelical, mas maquiavélica. Para ele, o facto de a personagem estar na boca do povo deve-se à interpretação da actriz. “A Patrícia passou 56 capítulos defendendo uma possível heroína para, depois, se revelar uma vilã que não economiza atrocidades. Mesmo após a revelação, para muitos personagens, Flora ainda se faz de boazinha, o que exige dela um trabalho dobrado ao interpretar dois papéis”, explica o autor, que não poupa elogios ao trabalho e à entrega de Patrícia. “Só mesmo sendo uma actriz dedicada, talentosa e extremamente disciplinada”, elogia.
Filha de um oficial da Marinha, Patrícia nasceu em Brasília. Quando criança, a lourinha de olhos verdes adorava teatro e destoava das outras meninas. Não só pela beleza, mas pelo comportamento diferente. Patrícia era levadíssima e, ao contrário das amigas, detestava brincar de bonecas. No seu quarto, em vez de casinha, joguinhos de chá, Susies ou Barbies, tinha uma colecção de carrinhos. “Não gostava desse negócio de brincadeira de garotas: de roupinha, cozinha, ficar sentadinha brincando de boneca. Achava tudo muito chato. Gostava de brincar com os meninos, de polícia e ladrão, de pique, de muita actividade”, relembra. Depois de muitas mudanças devido ao trabalho do pai – que por dever do ofício trocava de cidade a cada dois anos – aos 13, ela se encontrou ao mudar para o Rio de Janeiro. Na cidade, começou a fazer curso de teatro no lendário Tablado. “É claro que me ressenti de não construir amizades, mas por outro lado, já estava craque nessas dificuldades de adaptação. Quando cheguei ao Rio, não conhecia ninguém, mas fui atrás do que estava a fim de fazer”, conta.
Patrícia Pillar é assim. Uma mulher determinada que briga pelo que deseja. Profissional dedicada, sua rotina nos últimos meses se resume a casa-trabalho, trabalhocasa, raramente um cineminha. Tem dormido em média seis horas e meia por noite, nunca antes de decorar todo o texto do dia seguinte. Não importa a hora que chegue em casa, ou se tem que ler dez ou 20 cenas para estudar. “Fico até 2 horas da manhã decorando. É claro que demoro um pouco para dormir porque as cenas são fortes, até conseguir dar uma desacelerada, demora”, explica. O comprometimento da actriz é total. Antes de começar a gravar A Favorita, Patrícia intensificou suas actividade físicas e fez aulas de boxe. Achava que Flora lhe exigiria uma energia mais violenta. Também passou uma semana visitando detentas no presídio Talavera Bruce, no Rio. Não foi diferente quando fez a bóia-fria Luana, em O Rei do Gado. Conviveu durante duas semanas com cortadoras de cana de uma fazenda, no interior de São Paulo. “Fiquei com a mão cheia de calos. Não conseguia nem segurar o facão que era pesadíssimo”, relembra. “Gosto de me aproximar de quem vou retratar. Não dá para fazer um personagem sem conhecer a realidade daquela pessoa”, pondera.
A complexidade de Flora também a surpreendeu. “Achei que seria uma vilã mais ou menos. Não imaginava que ela seria tão má, tão perversa, tão amoral, tão doente, tão louca. Ela é completamente surpreendente nesse sentido”, avalia. Embora reconheça que a novela é um marco em sua carreira, Patrícia tem o cuidado de não supervalorizar a personagem, em detrimento das que viveu no passado. “Cada uma que vivi, foi um momento importante da minha vida.” Ressalta o prazer de contracenar com Eva Wilma na pele da doutora Cris do seriado Mulher, e com Tony Ramos como a Emerenciana de Cabocla. A oportunidade de ter ido à cerimônia do Oscar, quando O Quatrilho concorreu ao prêmio de melhor filme estrangeiro é apontado por ela também como um momento marcante.
Casada há dez anos com o deputado Ciro Gomes (PSBCE), a atriz afirma não ter a menor vocação para a carreira política. Hoje não saberia dizer se subiria ao palanque novamente para fazer campanha por político algum, mas abriria uma exceção: “Eu tenho um marido maravilhoso. E onde ele estiver, eu vou estar”, reafirma. O sucesso da mulher também é comemorado por Ciro. “Todo o público está testemunhando o trabalho extraordinário que Patrícia está fazendo como a vilã Flora”, diz, orgulhoso. Fã confesso de Patrícia, ele conta que fica impressionado com a sofisticação de sua interpretação. “Este personagem é o que deu à Patrícia maior oportunidade de demonstrar seu fino talento, fruto não só de seu amadurecimento como actriz, mas da impressionante disciplina profissional em oferecer o melhor aos telespectadores”, diz.



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Sexta-feira, 12.12.08

Essas são fotos da Patrícia Pillar interpretando aquele demónio chamado Flora!



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Quarta-feira, 03.12.08

Flora é a psicopata mais perigosa da dramaturgia brasileira Enquanto o cinema nos deu Hannibal Lecter, um canibal sedutor que, apesar de suas atrocidades, conseguiu seduzir milhões em todo o mundo, a tevê brasileira produziu alguém menos sanguinária, porém, igualmente cruel: Flora Pereira da Silva, interpretada por Patrícia Pillar, na novela A Favorita, da Globo. Mas, o que Flora e Hannibal Lecter têm em comum? “A Flora é uma psicopata grave, nota 10, feita brilhantemente por Patrícia Pillar. E ela reina na novela A Favorita. Não há ninguém que chegue aos seus pés, nas maldades”, definiu a escritora a OFuxico, deixando claro que Silveirinha (Ary Fontoura) e Dodi (Murilo Benício), embora maus e parceiros de Flora, não são psicopatas.  “Eles são apenas criminosos. Assim como Hannibal Lecter, que manipulava a agente do FBI (Clarice Starling) para conseguir seus objectivos, Flora também os utiliza para que suas maldades funcionem. "Psicopatas só irão se mover em função de poder, de status e de prazer. São mentirosos contumazes. Mentem com uma capacidade absurda e, quando são pegos na mentira, mentem ainda mais, na maior naturalidade. Eles têm essa incrível capacidade de articulação, de sedução dos outros e têm total ausência de culpa. Remorso, não sentem algum. E tudo isso é derivado de uma condição primária: a incapacidade para ter afecto.

A psicopatia não é uma doença. É uma maneira de ser. Isso é importante para diferenciá-los dos doentes mentais, que se desconectam da realidade, como foi o caso de Nazaré Tedesco (Renata Sorrah), em Senhora do Destino”, explicou a médica.

Convidada por OFuxico, a psiquiatra analisou diversos vilões da dramaturgia brasileira e, assim, acabou chegando à conclusão de que muitos são psicopatas. Porém, as mulheres, quando comparadas aos homens, dão um banho no quesito maldade. Tanto que Flora ocupa o topo da lista. Confira:

MULHERES:

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Flora Pereira da Silva (Patrícia Pillar, A Favorita)
“Assim como Hannibal Lecter, Flora é incapaz de sentir amor pelos que a cercam, e isso inclui a filha Lara (Mariana Ximenes) e Zé Bob (Carmo Dalla Vecchia). No caso do Hannibal, muitos chegaram a achar que ele poderia amar a agente do FBI (Clarice Starling, interpretada por Jodie Foster). Mas, aquela atenção que ele dava a ela era apenas um ato de exibicionismo. Era para se mostrar intelectualmente, se vangloriar. A Flora não gosta do Zé Bob. Ela o quer por luxúria, como um brinquedo caro e difícil de ser conquistado. Flora é uma psicopata grave pois, além de matar, ela sente prazer em ver alguém morrer, como foi no caso da personagem de Juliana Paes, ao desligar os aparelhos e vê-la sufocar. Ela quer a sofisticação da perversidade. Flora é uma psicopata grave. Durante um tempo, achei que ela fosse moderada, que iria usar o Dodi e o Silveirinha para conseguir realizar suas maldades. Mas, com o passar da trama, verifiquei que ela mesma põe a mão na massa e sente enorme prazer em ver suas vítimas morrendo”. 

Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu, Celebridade)
"Com Odete Roitman (Beatriz Segall) e Bia Falcão (Fernanda Montenegro), forma a tríade das psicopatas comunitárias mais perfeitas da dramaturgia brasileira. Cláudia Abreu arrasou. Laura manipulou o personagem de Márcio Garcia, um criminoso meio Silveirinha, meio Dodi, para concretizar suas maldades. Interessante ressaltar que ela não o amava. Aquele choro, na morte dele, era de raiva por ter perdido um soldado fiel, um brinquedo de luxo que ela adorava. Era como se tivesse tipo perda total em seu Jaquar".

[bia.jpg]Bia Falcão (Fernanda Montenegro, Belíssima)
"Psicopata comunitária perfeita. Ou seja, era uma boa chefe, líder, mãe de família, muito bem-sucedida na sociedade. Ela torturava a filha e os demais e, mesmo pela netinha, não tinha amor algum. Psicopata disfarçada de executiva. Nota 10”.

Sílvia Pessoa de Moraes (Alinne Moraes, Duas Caras)
“Achei, em um momento da trama, que era borderline (as histéricas que são capazes de loucuras, de qualquer maldade, para preservar o objetivo de paixão). Mas depois, ela se mostrou perversa na forma total. Essa personagem se perdeu totalmente. Começou muito boazinha, virou histérica, ficou louca (psicótica) e acabou psicopata".

Maria de Fátima (Glória Pires, Vale Tudo)
"Psicopata fantástica, do tipo comunitária. Usou as pessoas, mentiu com a maior cara de pau, deu seus golpes sem qualquer escrúpulo e manipulou as pessoas, de forma a conseguir contornar tudo e se dar bem no final".

Cristina (Flávia Alessandra, Alma Gêmea)
"Era perfeita. Mas, na vida real, a loucura no final não ocorreria. Somente no fim da novela ela deixou de ser psicopata, transformando-se em louca".

Raquel (Glória Pires, Mulheres de Areia)
"Psicopata perfeita. Nota 10. Foi coerente do início ao fim. Ela foi uma criança, adolescente e adulta perversa, fria e calculista, com incrível capacidade para mentiras e sedução. E acabou como toda boa psicopata, não enlouquecendo e sendo coerente com sua história".

Marta (Lilia Cabral, em Páginas da Vida)
"Psicopata maravilhosa. Só não gostei no final, quando começou a ver a filha morta e deu uma surtada.  Mas ela, como psicopata, era muito coerente: humilhava a filha, o marido, o neto e quem passasse por sua frente, sem qualquer traço de remorso ou sentimento pelos demais.  E, quando lhe convinha, se fazia de vítima, confundindo os demais.  E ela mantinha o marido ao seu lado, só porque precisava de alguém para humilhar, o que lhe dava grande prazer.  Psicopata feita com muita maestria".

Bárbara (Giovanna Antonelli, em Da Cor do Pecado)
"Muito legal, foi coerente muito como psicopata, o tempo todo. Não surtou, não virou boazinha. Só tinha uma coisa: às vezes, tinha um senso de humor que parecia que confundia os outros, pois ela própria ria de suas maldades.  Como psicopata, está no meio-termo. Nota 9".

HOMENS:

Leôncio (Leopoldo Pacheco, A Escrava Isaura)
“Com certeza, é piscopata e do grau mais alto. Nota 10. Todas as suas maldades eram recheadas de requinte. Caso Isaura (Lucélia Santos), aceitasse seus apelos e se casasse ou se entregasse a ele, sua vida seria ainda pior. Porque ele seria aquele tipo de marido que tortura, que faria da esposa o grande brinquedo particular. E ele tinha prazer em ver o sofrimento que causava no rosto dela, e nos que atravessavam seu caminho”.

Olavo (Wagner Moura, Paraíso Tropical)
“Esse era psicopata mesmo, sem dúvida alguma, mesmo nos momentos em que se divertia com a Bebel (Camila Pitanga), gerando empatia no público. Foi muito bem feito, bem escrito e que, por isso, passava despercebido como psicopata. A gente achava que ele tinha carinho pela Bebel. Mas, no final, ele não hesitou em colocar a cabeça dela a prémio. Ele tinha prazer com ela, não amor. Aquilo não era afecto”.

Marconi Ferraço (Dalton Vigh, Duas Caras)
“Tinha tudo para ser um dos maiores psicopatas mas, no meio do caminho, até pela questão da audiência, seu personagem se perdeu. Marconi Ferraço era um psicopata que, no final, ficou bom. Justificou-se sua maldade com a infância atormentada. E com os psicopatas a coisa não funciona assim. Dependendo da audiência, a grande maioria dos vilões acaba sendo justificada ou enlouquecendo. E psicopatas não ficam bonzinhos ou enlouquecem. Se tivesse uma continuação de Duas Caras, provavelmente veríamos a Maria Paula (Marjorie Estiano), que lhe deu outra chance no final, sendo abandonada cruelmente novamente. Porque o psicopata não tem emoção, funciona apenas na razão".

 

PARECE, MAS NÃO É

Nazaré Tedesco (Renata Sorrah, Senhora do Destino)
"Não era psicopata. Tinha uma coisa mais de psicótica mesmo, de loucura. A Nazaré tinha uma hipersexualidade, era meio bipolar. E o psicopata típico não tem muito grilo com o sexo. O psicopata pratica o sexo para dominar o outro, aumentar seu ego, se vangloriar.  E isso nos faz lembrar do Olavo, de Wagner Moura. Geralmente, o homem psicopata é brilhante na cama. Por isso, muitas mulheres ficam presas a ele. Como ele não se deixa levar, estuda a mulher, vê onde ela mais tem prazer e usa isso como arma de controle. Olavo usava a Bebel para as artimanhas dele. E usava o sexo para dominar outras mulheres, como a noiva (Guilhermina Guinle), que lhe garantia status na sociedade".

Silveirinha (Ary Fontoura, A Favorita)
“É um criminoso, não é psicopata. Para funcionar, ele e Dodi precisam de uma mente perversa conduzindo-os, que é a Flora. Vale lembrar que o psicopata não precisa ser o que mata, mas precisa ser aquele que arquitecta, que manda. E é interessante ver que eles só começaram a ser criminosos, depois que ela começou a mandar. Eles só querem se dar bem. E é o que acontece na maioria das penitenciárias: cerca de 20% dos detentos são psicopatas e esses mandam na maioria, liderando rebeliões e maldades. Assim como Flora, que chegou a ficar presa, eles lideram o restante e os transformam em soldadinhos”.



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Sábado, 22.11.08

Não é novidade para ninguém que Maria do Céu, personagem de Deborah Secco, sempre quis ser uma pessoa fashion e descolada.

A ex-retirante tentou de tudo e, finalmente, encontrou em Orlandinho a possibilidade para a realização de seus sonhos.

No começo da fase rica de Céu não escapava nada, ela queria tudo o que as revistas de moda estampassem.

Antônio Medeiros, figurinista de A Favorita, contou como foi a transformação de Céu, já que a personagem passou por grandes mudanças na trama: “Maria do Céu vem em crescente. Começou a novela usando vestidos emprestados das meninas da casa de Dona Cilene e, após o acordo com Orlandinho, passou a comprar tudo por impulso. Agora, aos poucos, ela está assumindo uma fase chique e glamurosa”.
 
Para se insipirar em Céu
ATIDUDE – Hoje, Céu tem estilo, usa vestidos curtos com atitude e design arrojado. Não tem medo de ousar nos tamanhos. Está sempre alinhada com as tendências do mundo da moda. Quem gosta e se identifica com a personalidade da mocinha não pode ter receio em inovar.

NÃO PODE FALTAR NO GUARDA-ROUPA - Antônio não hesita na hora de responder: “A peça-chave no guarda-roupa da Maria do Céu são os vestidos supercurtos!”.

NA HORA DAS COMPRAS - Quem quiser seguir o estilo e comprar os modelitos parecidos com os da personagem deve procurar. “Existe uma tendência de peças em preto e branco que podem ser bastante úteis. Céu usa muitas saias retas supercurtas com cintura alta e blusas de crepe de seda em branco. Os vestidos, uma marca forte dela, são curtos, podendo ser soltos ou extremamente justos ao corpo, com saltões (bem altos mesmo) valorizando as pernas”, dá a dica o figurinista.

Site Oficial de A Favorita

Num ritmo enlouquecido de trabalho, Deborah Secco parou as gravações de A Favorita por uma semana para fazer as cenas da nova minissérie de fim de ano da Globo.

A actriz já está no sul do Brasil atuando nos sets de Decameron, mas volta logo na próxima terça-feira, dia 25.

Aliás, logo no dia em que retorna ao Rio de Janeiro, a actriz já vai para os estúdios da telenovela das oito para gravar trechos que vão ao ar no mesmo dia.

Na quarta-feira, dia 26, a famosa também estará trabalhando em A Favorita e, assim como na terça, as cenas serão transmitidas no mesmo dia das gravações.

Carlos Zambrotti/Ag News



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Quarta-feira, 29.10.08

Mariana Ximenes disse que Lara, sua personagem em "A favorita", parece mais com Donatela (Claudia Raia), do que imagina. Assim como sua mãe adoptiva, Lara diz o que pensa. Aliás, esta questão, talvez seja uma das discussões da novela. O que vale e o que influencia mais? O laço de criação ou o sanguíneo?", disse a actriz.

A vida de Lara (Mariana Ximenes) não lhe pertence. Tudo em que a mocinha de “A favorita” acredita não existe de facto. Ela pensa que é órfã de pai, mas é filha de um cara que despreza, acha que a mãe adoptiva também está morta, mas Donatela (Claudia Raia) está viva... A pobre garota rica está mergulhada em mentiras.
— Lara ainda nem imagina que tudo o que a cerca é falso, mas se avaliarmos o comportamento dela ao “descobrir”  que Donatela era a verdadeira assassina, ela reagiu muito bem. Parando para analisar, acho até que chorou pouco... — brinca Mariana Ximenes, que acredita que o maior baque de sua personagem vai acontecer quando ela souber que Halley (Cauã Reymond) engravidou Céu (Deborah Secco): — Depois da gravidez, ela vai viver um drama por achar que Halley é irmão dela.
As mentiras da vida de Lara:

  • Lara acha que sua mãe adotiva morreu e sofre por isso, mas Donatela está viva.
  • A moça se sente culpada por não retribuir o amor de Flora (Patrícia Pillar), que na verdade a odeia e é uma assassina.
  • Ela pensa que seu pai é Marcelo (Flávio Tolezani), que foi assassinado. Na realidade, Lara é filha de
  • Dodi (Murilo Benício), um homem que ela despreza.
  • Completamente apaixonada por Halley, Lara nem imagina que o namorado seja o pai do filho que Céu espera. E, quando souber que ele é filho de Marcelo, ficará desesperada, pensado ser irmã de Halley.
  • Lara venera Gonçalo (Mauro Mendonça) e Irene (Glória Menezes), mas, na verdade, a jovem não é neta legítima dos dois.
  • A menina ainda acha que é rica, mas na realidade não é herdeira de fortuna alguma. Como Lara não é uma Fontini, ela não tem direito ao dinheiro da família.

Jornal Extra



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Sábado, 25.10.08

Murilo Benício está adorando fazer o vilão Dodi da novela global A favorita. Desde as primeiras cenas, o personagem mostra a que veio e vive de segredinho com maus elementos, recebendo malas e malas de dólares com a maior naturalidade. Caricato demais? Essa é a intenção. "Nunca fiz um trabalho tão óbvio, um personagem tão óbvio. Está na cara que tem alguma coisa errada, mas ainda não sei o que é", diz o actor. "É um cara que se deu bem na vida porque é malandro, esperto."
No passado, foi funcionário e amigo de Marcelo (Deco Mansilha), herdeiro de uma empresa de papel e celulose. Eles então conheceram Flora e Donatela, que ganhavam a vida como a dupla sertaneja Faísca e Espoleta, e dois casais se formaram: Marcelo e Donatela, e Dodi e Flora. O casamento do amigo foi feliz por pouco tempo. O milionário viu o único filho ser sequestrado aos seis meses de vida e ainda desconfiava da fidelidade da ex-cantora.
O relacionamento com a mulher também fracassou por causa das personalidades diferentes. O dramalhão aumentou quando Marcelo e Flora engataram um romance e ela engravidou. Dois anos depois, Marcelo foi assassinado. O crime levou Flora a passar 18 anos na cadeia jurando inocência. Após o crime, Dodi se casou com Donatela.
"Começo a novela com a única certeza de que as coisas vão mudar, sempre mudam. Essa é a minha 15ª novela, aprendi a não chegar com tudo pronto." O enredo policial e o cinema serviram de inspiração para a construção do personagem. Ao ter contato com a sinopse, Benício se lembrou do jeitão e do figurino de gosto duvidoso de Tony Montana (Al Pacino), do filme Scarface (1983). E quis ser o Pacino brasileiro.
O director Ricardo Waddington teve a mesma ideia, e o resultado é o que está no ar. "Fui à casa do João (Emanuel Carneiro, autor do folhetim), a gente conversou horas e ele me falou que o Dodi era um cara bronco. Lembrei do Al Pacino em Scarface. O figurino foi uma vitória, a gente decidiu logo no início. Foi metade do caminho para a composição. Queria uma coisa ousada, a coisa do botão aberto, da estampa, quase over. Faço como se ele usasse o mesmo terno há 11 anos e ainda não se sentisse à vontade nele."
O actor de 37 anos também “envelheceu” graças ao vigarista. Ele foi obrigado a “tingir” alguns fios do cabelo de branco para ficar grisalho, já que teria de ser da mesma geração de Cláudia Raia e Patrícia Pillar, actrizes com idade na casa dos 40 e poucos anos, na ficção. "Homem grisalho é charmoso. Mas achei (o visual) interessante porque não é meu, é do personagem, não tenho um fio de cabelo branco. Se tivesse que ficar assim sempre, não sei se ia gostar."
Os excessos na caracterização e na entonação da voz (que ficou esquisita) do personagem podem até desagradar ao telespectador de, digamos, bom gosto, mas Benício defende. "Gosto de mudar, assim abro campo para o erro. Experimentar o tempo todo é ser artista." Criador e caricatura, porém, não foram feitos um para o outro. O actor Fábio Assunção recebeu o primeiro convite para o tipo, mas pediu afastamento da trama. Quando soube da vaga, o intérprete se ofereceu para o trabalho. Ele queria um desafio dramático após uma série de cómicos nas novelas, como Artur, de Pé na Jaca (2006), e Danilo, de Chocolate com Pimenta (2003).
"Era a segunda ou terceira opção em todas as novelas que fiz na Globo. Não me incomodo, minha vaidade não chega a isso. Pedi o personagem. O João (Emanuel Carneiro) tinha me chamado para outro papel (cómico), mas não quis. Os autores e directores estavam me achando muito engraçado. Daqui a pouco, iam me chamar para fazer o Zacarias com o Didi."
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publicado por Tititi às 21:28 | link do post | comentar | favorito

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